segunda-feira, 25 de julho de 2011

                                Pela última vez
                                                                    (Neyde Noronha)
 Sonhei que vi alguém
Me chamando, dizendo coisas
 Que nunca ouvi dizer
 Como há muito não sonhava 
 Pensei que este alguém 
 Calaria o meu choro 
 Que nada!
 Ainda acordada
 Sonhava! 
Tentei, pela segunda vez
 Ele nada dizia 
 Nada falava 

Acabava de matar o meu amor.
 Assustada
 Com a rejeição
 Jurei nunca mais nele pensar 
Tomou o rumo 
De sua misteriosa vivência
 Se foi Dizendo, obrigado 
Pela última vez

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Ecos do fim
(Neyde Noronha) 
 Tentei afastar em vão
 O pesadelo e a solidão 
 Ecos do passado
 Guardiões silenciosos
 Vigiam a paz 
 Que insisto em perseguir 
 O sonho se transforma em real
 Enquanto fantasmas vigilantes
 Dominam a noite Ecos de mim 
 Se esvaem em lágrimas 
 Pela saudade que deixaste
 Nunca mais! 
 Realidade cruel 
 Trouxe de volta a dor
 Ciladas e mentiras 
 Ecos de sentimentos
 Perfil jamais visto, Intrigas, sem fim.
 Som 
 Sinos 
 Olhar de minha'alma
 Mingua 
 Vítima oculta
 Em morte prematura
 Ecos do fim

domingo, 3 de julho de 2011

"Minha consciência é inconsciente de si mesma, por isso eu me obedeço cegamente.
(Clarice Lispector)



Agradeço aos assinantes deste blog os elogios e a leitura que tanto me previlegia e analtece. Com o meu especial carinho a todos o meu abr...