sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Jc Patrão
Adverso ao Tempo…
by Jc Patrão
Sou adverso ao Tempo que me concede apenas uma parte ínfima de existência…
Sou adverso ao espelho que me mostra inversa essa evidência…
Sou adverso à extravagância que me limita as visões da minha intimidade…
Sou adverso a Salomé que envenenada e adultera as palavras do profeta…
Sou adverso à sombra que me persegue inoportuna em todos os locais privados onde me quero desencontrar…
Sou adverso a lágrimas que cicatrizam as rugas do rosto mas só assim saberei de quem realmente falam as metáforas do poeta…
Jc Patrão
Adverso ao Tempo…
by Jc Patrão
Sou adverso ao Tempo que me concede apenas uma parte ínfima de existência…
Sou adverso ao espelho que me mostra inversa essa evidência…
Sou adverso à extravagância que me limita as visões da minha intimidade…
Sou adverso a Salomé que envenenada e adultera as palavras do profeta…
Sou adverso à sombra que me persegue inoportuna em todos os locais privados onde me quero desencontrar…
Sou adverso a lágrimas que cicatrizam as rugas do rosto mas só assim saberei de quem realmente falam as metáforas do poeta…
Jc Patrão
sábado, 10 de dezembro de 2011
Procuro
(Neyde Noronha)
Quero negar a mim mesmo que estou alucinada
Em delírio tremes
Em suposta depressão
Onde estará aquele que me fez sair de mim
Soltar as amarras que me prendem a razão?
Investi na miserável maneira de acreditar
- Oh! Que vida me faz ser assim !
Levar avante mais um sonho perdido
Quisera nunca ter acreditado
No mesmo delírio
No infortúnio de amar sem ser amada
Chego de outros sonhos cansada e triste,
levando na cabeça
Olho para os lados
- Adiante
Não o vejo mais
Perdi mais uma vez
O que nunca foi meu
No canto dos pássaros do amanhã
Penso jamais procurar
O que mais falta em mim.
29/01/2007
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
"Barcos na praia - Jurujuba - Niterói " - óleo sobre tela - 33x46 - ano de 2011
"...durante alguns meses do ano de 2001 eu frequentei a colônia de pescadores em Jurujuba - bairro da cidade de Niterói com vocação pesqueira desde a sua origem - lá eu convivi com os novos e velhos ' lobos do mar ', homens fortes e corajosos. Lá eu pintava ao vivo as belíssimas paisagens, sentindo o cheiro do mar..."
AOS PESCADORES DE CAXINAS E DE PORTUGAL
"ERA MUITO MAR, MUITO MAR"...
PARA OS SEIS PESCADORES PERDIDOS A ORAR A NOSSA SENHORA DE PORTUGAL PARA QUE OS LEVASSE A UM AREAL...
57 HORAS DE DESNORTE...
SEM SABEREM A SUA SORTE MAS COM ESPERANÇA E SEM MEDO..
TRISTES SORTES, TRISTES SINAS E MÃES, MULHERES, EM CAXINAS OLHAVAM O CÉU EM DESESPERO...
A MENSAGEM TARDOU,
MAS CHEGOU E PORTUGAL INTEIRO CHOROU PELO MILAGRE QUE ACONTECEU...
SÃOS E SALVOS PESCADORES CHEGARAM E MÃES, MULHERES E FILHOS ABRAÇARAM...
HOUVE NATAL E O POVO AGRADECEU!
POR: ISIDRO BELEZA
Fonte da foto e texto acima do artista Antonio Machado
http://antoniomachadoartes.blogspot.com
Isidro Beleza- O Autor
AOS PESCADORES DE CAXINAS E DE PORTUGAL
"ERA MUITO MAR, MUITO MAR"...
PARA OS SEIS PESCADORES PERDIDOS A ORAR A NOSSA SENHORA DE PORTUGAL PARA QUE OS LEVASSE A UM AREAL...
57 HORAS DE DESNORTE...
SEM SABEREM A SUA SORTE MAS COM ESPERANÇA E SEM MEDO..
TRISTES SORTES, TRISTES SINAS E MÃES, MULHERES, EM CAXINAS OLHAVAM O CÉU EM DESESPERO...
A MENSAGEM TARDOU,
MAS CHEGOU E PORTUGAL INTEIRO CHOROU PELO MILAGRE QUE ACONTECEU...
SÃOS E SALVOS PESCADORES CHEGARAM E MÃES, MULHERES E FILHOS ABRAÇARAM...
HOUVE NATAL E O POVO AGRADECEU!
POR: ISIDRO BELEZA
ALGO A DIZER
Neyde Noronha -
PIETRO BIAGGI Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, Brasil, 17. 03. 2008
Lá fora a noite é fria e cálida.
Venta no terraço gelado um ar corrente que espanta.
As plantas acenam uma para as outras com dentes serrados.
Só isto se consegue ver com o vento frio.
Volto para a cama de cobertas quentes.
Espero o som de um telefonema que nunca toca.
Lamento a ausência de alguém que queria estivesse presente.
Sinto que nada tenho a fazer senão serrar os dentes.
Lavo-me calma, perfumo o meu corpo solitário e alma carente.
Olho-me no espelho e converso sozinha e melancólica.
Penso em um monte de bobagens e tolices.
Fumo o meu último cigarro da noite, sinto algumas cólicas.
Tomo um cálice de vinho com lágrimas nos olhos.
Escovo os dentes olhando pra meus olhos tristes no espelho.
Vislumbro que tenho um bichinho de estimação muito amigo, que está em meu encalço, pertinho de mim.
Ao lado da minha cama está sua cama, no chão gélido da noite.
Enquanto agasalho-me para não congelar, meu cão me olha pedinte.
No silêncio, na imensidão e no brilho do seu olhar, vejo o reflexo do meu quarto que não é azul da cor do céu.
A cor branca da paz, não consegue abrandar o meu maior desejo.
Falta alguém tão mágico que faça desaparecer minhas angústias.
Alguém que me traga o carinho de beijos quentes que tanto quero.
Beijos quentes que aplaquem meus desejos, e o frio.
Quero lábios queimando a minha boca fria e sedenta.
Desejo o som acalentador do amor, das eternas canções de amor.
De corpos cansados estendidos na solitária cama no amanhecer.
Mas, como a realidade chegou com o sono, eu apenas sonho.
Neyde Noronha - PIETRO BIAGGI Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, Brasil, 17. 03. 2008
PIETRO BIAGGI Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, Brasil, 17. 03. 2008
Lá fora a noite é fria e cálida.
Venta no terraço gelado um ar corrente que espanta.
As plantas acenam uma para as outras com dentes serrados.
Só isto se consegue ver com o vento frio.
Volto para a cama de cobertas quentes.
Espero o som de um telefonema que nunca toca.
Lamento a ausência de alguém que queria estivesse presente.
Sinto que nada tenho a fazer senão serrar os dentes.
Lavo-me calma, perfumo o meu corpo solitário e alma carente.
Olho-me no espelho e converso sozinha e melancólica.
Penso em um monte de bobagens e tolices.
Fumo o meu último cigarro da noite, sinto algumas cólicas.
Tomo um cálice de vinho com lágrimas nos olhos.
Escovo os dentes olhando pra meus olhos tristes no espelho.
Vislumbro que tenho um bichinho de estimação muito amigo, que está em meu encalço, pertinho de mim.
Ao lado da minha cama está sua cama, no chão gélido da noite.
Enquanto agasalho-me para não congelar, meu cão me olha pedinte.
No silêncio, na imensidão e no brilho do seu olhar, vejo o reflexo do meu quarto que não é azul da cor do céu.
A cor branca da paz, não consegue abrandar o meu maior desejo.
Falta alguém tão mágico que faça desaparecer minhas angústias.
Alguém que me traga o carinho de beijos quentes que tanto quero.
Beijos quentes que aplaquem meus desejos, e o frio.
Quero lábios queimando a minha boca fria e sedenta.
Desejo o som acalentador do amor, das eternas canções de amor.
De corpos cansados estendidos na solitária cama no amanhecer.
Mas, como a realidade chegou com o sono, eu apenas sonho.
Neyde Noronha - PIETRO BIAGGI Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, Brasil, 17. 03. 2008
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Agradeço aos assinantes deste blog os elogios e a leitura que tanto me previlegia e analtece. Com o meu especial carinho a todos o meu abr...
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Palavras ñ explicam o q sentimos 😭 pic.twitter.com/Ci1DRdPsnQ — 🌊🏄Far Away 🏄🌊 (@SEREIAbodyboard) February 10, 2022





