domingo, 2 de setembro de 2007

Desenho em pastel sobre papel canson Neyde Noronha

Meu Índio

Estou por aqui, esperando por você
Disponível para surpreendê-lo
Quem sabe, desejando sua presença
Estou por aqui
Esperando novembro
Disponível com o meu sorriso
Quem sabe, com a minha vida!
Sabemos viver melhor se nos encontramos
Que tal, você meu Índio
Sua Índia eu sou
Sua liberdade não é minha
Enquanto me deseja
Minha liberdade é sua
Na vida tudo o que faço
É esperar por você
(Neyde Noronha)
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Melancolia




(Neyde Noronha)
Uma árvore foi podada
Sem vida, tombou
No campo fértil da Vida
O vazio fez guarida
A melancolia se alojou.
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sábado, 1 de setembro de 2007


Me chamam DeColores
(Neyde Noronha)

Cheguei bem perto de ti

Com muita vontade fiquei.

Pintei a primeira tela

ao amanhecer

Escrevi poemas

ao entardeder

Aqui chego

fico até a noite

Mostro ao mundo com letras

formas

meus risos

minhas dores

Mas confesso

sem pretensão

sem modéstia

ou discrição

Que me chamam DeColores

Manhã que chega
(Neyde Noronha)
A lua ainda ilumina o meu quarto
Sinto frio e solidão
Vejo uma estrela
Penso que me espelho nela
Mas não sou eu, é você
Abro a janela
Converso
Pego o meu violão e canto
Som bonito
Canto maduro
Voz manhosa, sussurro
Está a amanhecer

Você dá o seu lugar ao Sol
Pela manhã que chega
Uma vez mais
Outra vez, enfim
Vai se esconder de mim

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Agradeço aos assinantes deste blog os elogios e a leitura que tanto me previlegia e analtece. Com o meu especial carinho a todos o meu abr...