Quem sabe, com a minha vida! Sabemos viver melhor se nos encontramos
Que tal, você meu Índio
Sua Índia eu sou
Sua liberdade não é minha
Enquanto me deseja
Minha liberdade é sua Na vida tudo o que faço
É esperar por você (Neyde Noronha)
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Melancolia
(Neyde Noronha)
Uma árvore foi podada
Sem vida, tombou
No campo fértil da Vida
O vazio fez guarida
A melancolia se alojou.
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sábado, 1 de setembro de 2007
MechamamDeColores
(Neyde Noronha)
Cheguei bem perto de ti
Com muita vontade fiquei.
Pintei a primeira tela
ao amanhecer
Escrevi poemas
ao entardeder
Aqui chego
fico até a noite
Mostro ao mundo com letras
formas
meus risos
minhas dores
Mas confesso
sem pretensão
sem modéstia
ou discrição
Que me chamam DeColores
Manhã que chega (Neyde Noronha) A lua ainda ilumina o meu quarto Sinto frio e solidão Vejo uma estrela Penso que me espelho nela Mas não sou eu, é você Abro a janela Converso Pego o meu violão e canto Som bonito Canto maduro Voz manhosa, sussurro Está a amanhecer
Você dá o seu lugar ao Sol Pela manhã que chega Uma vez mais Outra vez, enfim Vai se esconder de mim