terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Que aconteçam os verões ensolarados dourando águas, pessoas e sonhos. Que aconteçam os invernos aconchegando almas, desejos e encontros. Que venham tantos quantos outonos sejam possíveis à vontade do criador, mas peço a ele que jamais permita que morram as flores da primavera. Quem não gosta e não precisa delas? Quando nascemos são para nossas mães, nos aniversários enfeitam os vasos, as festas e quando namoramos são motivos de declaração do mais puro amor. Quando no unimos a alguém lá estão elas nos templos, igrejas e em toda parte. Quando morremos nos cercam, como que acariciando e agradecendo-nos por uma vida florida, sempre colorida de poesia. 
 REGIS CASERTA

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