terça-feira, 28 de setembro de 2010


Queria

Neyde Noronha

Queria que a minha vida

Fosse da cor dos meus sonhos

Para poder alcançar o passado

Que não volta mais

Seria tão infantil desejar

Caminhar pela primeira vez

Para não errar os meus passos

Sentir que ainda posso alcançar

Tudo o que desejava



Nada me impedia e alcancei

Mas perdi como os meus sonhos

Queria rever fantasias

Meu desejo de acreditar

No que não mais acredito



Minha vontade é ser serena

Tanto na vida como na morte

Fazer parte da natureza

Eternamente

Como aquela árvore podada

Que voltou a florescer.





Neydinha, de todos os dias, de belas manhãs,

foi levada pelos ventos e hoje esta menina,

de saudosos tempos, a encontro como Nan..

Olhei-a de perto, pensei ter feito um vôo cego,

mas não! A vi Neydinha, tão mulher, tão menina,

como outrora, minha amiga, que saudade, minha irmã!



Que este Ano Novo, que se aproxima,

seja de momentos muitos Felizes,

de Belas Produções e um Ano muito Doce!



Receba o abraço e beijo

desta tua amiga de ontem,

hoje e sempre,

Rivkah

FELICIDADES!

Envio bem antes para

dar tempo que se lembre de mim.





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